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Plano de negócios a 5 anos para energizar uma elétrica africana

plano 5 anos

Afinar áreas

Neste caso particular, o projeto realizado pela LBC é o perfeito exemplo de como o afinar de algumas áreas, como a vertente tecnológica, pode fazer a diferença.

O plano concebido pela LBC incluiu as projeções financeiras de receitas e custos, bem como dos principais indicadores-chave da atividade da ENE; o posicionamento estratégico no setor da energia no mercado, nomeadamente em termos do modelo e participação da empresa nas diversas áreas da cadeia de valor; ou a ambição da entidade para o período de cinco anos, traduzida em objetivos e metas.

Oportunidades

Entre as oportunidades de melhoria identificadas encontrava-se a legalização das ligações fraudulentas e a ampliação dos programas de angariação de novos clientes; a expansão da rede para servir parques e pólos industriais, bem como o investimento na modernização da rede de forma a colmatar as perdas técnicas e permitir à empresa a venda da energia que já produzia; o avançar com um programa de instalação de contadores (em especial pré-pagos), diminuindo a má cobrança e os custos associados ao ato de cobrar; a redução dos desperdícios, atingir uma poupança significativa nos fornecimentos e serviços de terceiros ou rentabilizar o património existente; ou ainda a revisão da tarifa cobrada, em prol da eficiência do mercado energético e de forma a criar incentivos para a angariação de novos clientes e para a realização de investimentos na rede.

Recomendações

Em relação às iniciativas de criação de valor, foram recomendadas campanhas de angariação de clientes, no sentido de aumentar a base de clientes (instalando 75% de contadores convencionais e 25% de pré-pagos), num aumento projetado de quase 300 mil clientes entre 2011 e 2015, a uma média de 55 mil novos clientes/ano; ações de legalização de clientes, com uma subida estimada de 25 mil clientes no mesmo período, a uma média de 5 mil novos clientes/ano; ou ainda o envio mensal de alertas SMS para os clientes sem sistema de contagem (com uma margem total estimada em 14,8 milhões de kuanzas, correspondente a uma receita incremental de 24,9 milhões e custos de 15,7 milhões de kuanzas).

Na vertente tecnológica, as recomendações no sentido de a ENE gerar valor indicaram iniciativas com impacto nas receitas, como o pagamento via multi-caixa (ATM) por parte dos clientes, com uma margem total estimada em 44,1 milhões de kuanzas; a implementação do serviço de pagamento por SMS, com uma margem total estimada em 122,7 milhões de kuanzas; ou a criação de postos de pagamento alternativos, criando à ENE um valor estimado em 77 milhões de kuanzas até 2015.

Estas recomendações, somadas às de poupança e de redução de custos, apontavam para um cash-flow estimado em 385.515 milhões de kuanzas para a ENE – Empresa Nacional de Electricidade de Angola.

 

Liderança em ação na educação em Angola

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À medida

O programa Liderança em Ação foi customizado à medida das necessidades do Ministério da Educação angolano, que identificou as competências críticas a desenvolver para os seus diretores nacionais ao longo de oito dias. Este consistiu numa avaliação inicial de competências de liderança, seguida de treino em competências tendo em conta as especificidades da administração pública, nomeadamente a gestão da inovação e da mudança, estratégia, planeamento e monitorização, gestão de equipas de elevado desempenho, gestão de projetos, delegação e responsabilização, finanças para não financeiros, entre outras. O programa foi concluído com uma cerimónia de entrega de diplomas, em que esteve presente o secretário de Estado da Educação de Angola, e para a qual foram convidados alguns órgãos de comunicação.

Redução de custos e ineficiências

O Liderança em Ação foi um projeto inovador que deu origem a outro programa, direcionado para chefes de departamento do Ministério, e novamente customizado em função das necessidades específicas dos participantes. Este segundo Liderança em Ação teve módulos mais operacionais, focados na gestão de pessoas, inteligência emocional, gestão da mudança, gestão arquivística e documental, entre outros.

Com o Liderança em Ação o Ministério da Educação de Angola uniformizou estilos de liderança e de gestão nos seus dirigentes e reduziu custos e ineficiências. E, em simultâneo, mobilizou diretores e chefes de departamento nacionais de todos os pontos de Angola para participarem no programa, disseminando assim as competências apreendidas por diversos pontos do país.

 

Informação partilhada por todos num único portal

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Implementação

A LBC colaborou com a empresa na conceção, desenvolvimento e implementação do projeto.

Ficou definido que a vertente intranet funciona como um repositório de informação de todas as áreas (formulários, templates, normas e procedimentos, dados de acolhimento e segurança, lista de contactos, calendário corporativo, notícias, avisos, anúncios, etc.); que no portal do colaborador este pode consultar o seu perfil, turno de trabalho, declaração de vencimento, guias médicas; solicitar férias, justificar ausências, etc.; e no site das diversas direções estas têm informação referente aos seus processos, métodos de trabalho, documentos, calendário da direção, etc.

Aumento da qualidade

Cada vertente do portal agregou um conjunto de funcionalidades de base que foram implementadas com recurso ao framework Microsoft Sharepoint 2013, e contou com a contribuição de todas as direções da companhia (que tiveram um papel fundamental na facilitação do acesso a informação, contribuindo na conceção dos sites).

O portal aumentou a qualidade da informação partilhada pelos utilizadores, disponibilizando canais de comunicação e interação com os funcionários, enquanto dá acesso a dados e a documentos, automatizando processos como pedidos de férias ou justificações de faltas (de referir que, para as funcionalidades de Recursos Humanos, houve a necessidade de integração entre o Sequence Kinetics e o SAP). E a empresa ficou com uma plataforma em produção que incorpora não só todos os requisitos definidos no âmbito do projeto como também outros que foram surgindo no decorrer da implementação.

 

Solução informática para gerir uma cooperativa habitacional angolana

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Integração e capacitação

A solução teve como mote obter uma visão global e integrada do funcionamento da cooperativa, assim como a interação com diversos agentes. Tal envolveu a identificação das funcionalidades a serem desenvolvidas para o sistema informático e para o website; o desenvolvimento do sistema e do site da cooperativa com as funcionalidades identificadas; a realização de testes aos sistemas desenvolvidos e carregamento dos conteúdos iniciais (apresentações, relatórios, estudos, mapas, fotos, etc.) em língua portuguesa; bem como a capacitação e apoio aos utilizadores na exploração inicial dos sistemas desenvolvidos; e ainda a parametrização e disponibilização de sistema de correio eletrónico.

Formação e acompanhamento

O projeto, que durou dez semanas, abrangeu, por exemplo, a recolha e preparação de conteúdos, assim como formação junto dos colaboradores da cooperativa e o seu acompanhamento (no sentido de ficarem com autonomia de administração e publicação de conteúdos de forma diferenciada em função dos perfis).

 

Afinar o processo de concessão de crédito

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Menos espaço para erros

O passo dado foi escolher o Sequence como aplicação de análise rigorosa e criteriosa aos pedidos a garantias de crédito. E a LBC foi a eleita para desenvolver e implementar o processo – através da unidade de negócio dedicada às tecnologias de informação, a LBC parceira certificada em Sequence pela israelita PNMsoft, criadora do software e gold partner da Microsoft –, trabalho que foi realizado no espaço de um mês.

Entre as vantagens deste projeto está a uniformização – o recurso ao Sequence permite que os processos de avaliação de garantia de crédito sejam analisados segundo os critérios definidos, havendo menor espaço para subjetividade ou erros; organização, rapidez e segurança – os processos ficam registados e podem ser acedidos com maior rapidez e facilidade, ficando assegurado que cada utilizador acede apenas ao que é da sua responsabilidade; monitorização – o controlo efetivo dos processos de avaliação de garantias de crédito é fundamental para uma gestão bem-sucedida e para a tomada de decisões, assim é possível, através dos relatórios produzidos, perceber em qualquer altura o estado da carteira de garantias concedidas e, dessa forma, auxiliar a gestão a qualquer momento; otimização contínua – o Sequence tem uma série de indicadores para medir o grau de eficácia e proceder a melhorias em aspetos considerados críticos, a qualquer momento, sem perda de informação; o sistema de alarmes e a integração com o portal e Outlook garante que a informação não passa despercebida, e é complementado com uma série de mensagens de e-mail padronizadas perante diferentes situações.

Aumento do controlo

A avaliação em Sequence tem assim como objetivo analisar, qualitativa e quantitativamente, os pedidos a garantia de crédito, suportando a aprovação ou reprovação por parte do comité de crédito. Este processo permitiu a redução do tempo médio de avaliação de um pedido de garantia de crédito de uma semana para três horas; possibilitou a uniformização da avaliação dos pedidos (via a parametrização do sistema com várias funções e condicionantes); o aumento do controlo da aprovação desde a entrada do pedido à decisão final pelo comité, mediante o envio de alertas, acesso a relatórios de tramitação de cada processo e também gráficos de estatística gerais.

Terminado o projeto levado a cabo pela LBC, o fundo passou a registar cerca de 100 processos por mês em Sequence, e a ter acesso a um conjunto de indicadores (como os tempos de paragem dos processos em cada responsável ou o n.º de aprovações, não aprovados e pendentes), havendo ainda outros relatórios automáticos desenvolvidos à medida que contemplam informação como as garantias emitidas por mês, por banco, por setor e por província de Angola. Mais: qualquer um destes relatórios pode ser filtrado com informação adicional que conste nos processos.

Portal Sonangol – Motor de gestão da mudança

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Ferramenta de trabalho diária

A Sonangol é a maior empresa angolana, tendo como principais atribuições a gestão das concessões de blocos petrolíferos, pesquisa e produção de petróleo, distribuição de combustível e a refinação de petróleo.

Em virtude da sua dimensão e das suas necessidades, a empresa tem desenvolvido um conjunto de atividades económicas relacionadas com a atividade petrolífera, através de um conjunto de empresas subsidiárias nos setores da aviação, transporte marítimo, logística e até telecomunicações.

A sua diversidade e dimensão são atestadas pelas 34 empresas que constituem o grupo Sonangol, totalizando cerca de 10.000 colaboradores. A dimensão e o dinamismo organizacional do grupo Sonangol e a multiplicidade de atividades e localizações geográficas em que está inserido colocam aos seus gestores e trabalhadores desafios ao nível da comunicação interna, da organização, dos métodos de trabalhos e da gestão do conhecimento gerado na empresa. Neste contexto, um dos mais importantes desafios da Sonangol é o desenvolvimento de mecanismos e de ferramentas que suportem e dinamizem o processo contínuo de modernização e de gestão da mudança que o grupo enfrenta.

Fruto da dinâmica de inovação que orienta os gestores do grupo, a Direção de Tecnologias de Informação da Sonangol – liderada por Álvaro Santos – desenvolveu em 2001 a primeira versão de um Portal Corporativo, que centra as suas funcionalidades na disponibilização da informação.

Em virtude da crescente importância que o Portal Corporativo tem assumido na atividade da empresa e da necessidade da sua renovação, a Direção de Tecnologias de Informação da Sonangol decidiu elaborar um Plano de Desenvolvimento para o Portal Corporativo, tendo como objetivo primordial a sua transformação numa ferramenta de trabalho diária dos colaboradores e de suporte à gestão do conhecimento da empresa, tendo para o efeito convidado a LBC.

Neste âmbito, foi realizado previamente um estudo comparativo (benchmark) dos portais corporativos das principais empresas petrolíferas a nível mundial, tendo sido analisados em pormenor os portais corporativos de seis empresas de quatro continentes – Europa, América, África e Ásia.

Desenvolvimento progressivo

Para Tiago Cabral, manager no escritório da LBC, “cada vez mais os clientes assumem um Portal Corporativo como uma decisão estratégica e organizacionalmente ponderadas, em detrimento de ser considerado uma mera aquisição de software. A definição prévia de objetivos claros, do alinhamento com o negócio e do modelo de funcionamento do Portal Corporativo são fundamentais.”

O benchmark permitiu aferir um conjunto de fatores críticos de sucesso associados aos portais analisados, entre os quais se destacam:

  • a disponibilização de funcionalidades orientadas para o dia a dia dos colaboradores (employee – self-service – B2E);
  • a capacidade de personalização dada aos utilizadores;
  • a plena integração de todas as aplicações corporativas no Portal;
  • a gestão de conteúdos ser da responsabilidade de uma área orgânica criada para o efeito.

A estratégia definida para a evolução do Portal Corporativo da Sonangol assentou num desenvolvimento progressivo das funcionalidades transformando-o, num período de dois anos, num Portal do Empregado onde as suas funcionalidades estão vocacionadas para a facilitação dos processos internos da empresa e para o acesso aos sistemas de informação da mesma. Objetivo: transformar o portal na principal ferramenta de trabalho de cada um dos colaboradores da Sonangol.

Foram também definidas orientações relacionadas com a gestão de conteúdos e funcionalidades, modelo de gestão e comunicação e divulgação.

O processo de transformação do Portal Corporativo da Sonangol – assente no plano estratégico – foi aprovado e implementado, e o novo layout gráfico estabelecido no decorrer do projeto.

Vantagens de um portal corporativo

O Portal Corporativo é encarado como um meio de ultrapassar um conjunto de desafios.

1.   Relacionados com a gestão da informação e do conhecimento:

  • Incompatibilidades de formatos de ficheiros e plataformas – incremento da interoperabilidade;
  • Acesso a informação por diferentes métodos, incluindo client software, web browsers, aplicações específicas, discos rígidos individuais;
  • Organização e catalogação de informação publicada de forma desorganizada;
  • Incapacidade individual para publicação de informação de forma fácil e sua disseminação na organização;
  • Diferentes formas e métodos de pesquisar e aceder a informação;
  • Incapacidade de distribuir informação de forma abrangente na organização e para o exterior;
  • Ausência de ferramentas colaborativas on-line;
  • Sistemas sobrepostos com complexos e diferentes interfaces (muitos sem um browser-based interface).

2.   Relacionados com a redução de custos e aumento de eficiência:

  • Ausência de uma plataforma de acesso integrado aos processos de negócio;
  • Ausência de plataforma que permita a efetiva partilha de recursos;
  • Incapacidade para medir e monitorizar os gastos e os processos de negócio de todo ou em tempo útil;
  • Ausência de processo de suporte aos serviços partilhados.

3.   Relacionados com a gestão da mudança em prol de objetivos estratégicos e competitivos:

  • Ausência de um pólo operacional e permanente de geração de energia organizacional e de motivação e orientação para a mudança;
  • Falta de visibilidade dos processos de mudança;
  • Ausência de ferramenta potenciadora do trabalho em rede e de atividades transversais;
  • Ausência de uma comunicação e de uma experiência diária e consistente;
  • Comunicação difusa e difícil de contextualizar para cada departamento e posto de trabalho.

Angola aposta nas TI para galgar patamares de desenvolvimento

angola TI

Visão integrada

Angola está a demonstrar como um país devastado por vários anos de guerra pode e deve conciliar dois aspetos indispensáveis. Por um lado, as preocupações mais imediatas como a resolução das carências humanas básicas e a reconstrução do Estado e da infraestrutura física. Por outro lado, a definição e construção, de um modelo de desenvolvimento sustentado que responda aos novos desafios da globalização e da sociedade da informação (SI).

Neste contexto, o Governo de Angola aprovou um Plano de Ação para a Sociedade da Informação (PASI) e um Plano de Acção para a Governação Electrónica (PAGE) da iniciativa da CNTI – Comissão Nacional das Tecnologias de Informação, presidida pelo professor Pedro Sebastião Teta, Vice-Ministro da Ciência e Tecnologia. Desta forma, conseguiu promover uma abordagem consistente e coordenada de todo o Governo e dos vários agentes socioeconómicos em torno de uma visão integrada e devidamente ponderada.

Para a produção destes planos de ação, a CNTI recorreu à metodologia e à equipa da LBC, com amplo conhecimento desta matéria a nível mundial e provas dadas em Cabo Verde e em Portugal.

Avisão integrada

Estes planos de ação espelham a determinação e a ambição de Angola nesta matéria. Neste contexto, a mensagem do Presidente da República de Angola para, Dr. José Eduardo dos Santos, a Cimeira Mundial da Sociedade da Informação que teve lugar em Tunes, em novembro de 2005, salienta que “o Plano de Acção para a Governação Electrónica, bem como o Plano de Acção para a Sociedade da Informação, constituem duas provas cabais da nossa ambição, do nosso interesse e da nossa visão de futuro, para a concretização de uma Estratégia para o Desenvolvimento das Tecnologias de Informação até ao ano 2010”.

A visão integrada define uma estratégia formal e explícita que deve servir de referência fundamental para todos os agentes públicos e privados, nacionais e estrangeiros, a atuar em Angola, envolvidos com as tecnologias de informação e o desenvolvimento da sociedade da informação e do conhecimento.

O PASI, Plano de Ação para a Sociedade da Informação, foi estruturado em 10 pilares de intervenção, que se desagregam em 6 pilares de conteúdos – cujas ações e projetos contribuem de forma direta para o desenvolvimento da SI – e 4 pilares de contexto – cujas ações e projetos contribuem de forma continuada para o desenvolvimento da SI.

O desenvolvimento da Sociedade da Informação em Angola é entendido como uma alavanca aos objetivos de desenvolvimento do país e não como um objetivo em si mesmo.

Integração e a interoperabilidade

O PAGE, Plano de Acção para a Governação Electrónica, define cinco eixos de intervenção e propõe um modelo de longo prazo, baseado numa plataforma tecnológica comum para toda a administração pública, por forma promover a integração e a interoperabilidade em prol da conveniência e satisfação dos cidadãos, da eficiência da máquina do Estado, da transparência dos atos governativos e do estímulo à participação democrática.

A implementação do PASI e do PAGE é um desafio essencialmente organizacional e de gestão, que requer um contexto institucional empreendedor e participativo e com capacidade de mobilizar a participação da Sociedade Civil em parcerias público-privadas, ou seja, a constituição de uma agência de coordenação estratégica e operacional, seguindo as melhores práticas a nível mundial.

O novo enquadramento institucional deverá estar assente numa cultura de implementação, em requisitos de eficácia e de eficiência e estar sustentada nos seguintes princípios: a) Atuação virada para a concretização e implementação; b) Trabalho colaborativo, entre entidades públicas e privadas e a Sociedade Civil; c) Postura de complementaridade, evitando a duplicação de esforços ou infraestruturas; d) Cultura de monitorização e reporte das atividades, como meio de reforço da transparência interna e externa.

Desafio formidável

A implementação do PASI e do PAGE é um desafio formidável para Angola que vai requerer apoios externos de várias naturezas. No entanto, o nível de exigência dos angolanos é elevado. Angola é, hoje, um mercado altamente competitivo em termos da oferta de tecnologias de informação, especialmente vinda de empresas da África do Sul, do Brasil, da China, dos Estados Unidos, da Índia, e de vários países europeus, com especial destaque para Portugal. Neste contexto, o mercado angolano está cada vez mais atento e melhor preparado para destrinçar a qualidade e o profissionalismo de que necessita para construir um país moderno e competitivo à escala regional e a nível mundial.

Um país em ação

Angola Fórum TI 2006 ilustra um país em ação

O caminho de Angola na construção da sociedade da informação é longo e complexo. No entanto, o Angola Fórum TI 2006, realizado em Luanda, no Centro de Convenções de Talatona, sob o lema “Na Vanguarda do Apoio à Inclusão Digital”, ilustrou a determinação, a dinâmica e a maturidade de Angola no seu caminho para a construção de uma sociedade da informação. A Leadership Business Consulting participou na conceção e realização deste fórum como consultora internacional do evento.

O Fórum, que foi aberto pelo Primeiro-Ministro de Angola e encerrado pelo Ministro das Finanças de Angola, contou com 47 expositores, ocupando uma área de 2.000 metros quadrados, 63 intervenções e uma audiência média de 600 participantes em cada dia do evento, fazendo um total de 1.800 presenças (mais informações em www.itforum.ao). O sucesso do Fórum foi uma demonstração cabal de que existe nos principais agentes económicos e sociais em Angola a plena consciência de que as Tecnologias de Informação são fundamentais para a dinamização da atividade económica e produtiva e a competitividade das empresas e do país.

No seu discurso de encerramento da Sessão, o Presidente da CNTI – Comissão Nacional das Tecnologias de Informação, Professor Pedro Teta, salientou que os decisores angolanos têm hoje a consciência de que as Tecnologias de Informação são um importante contributo para a governação eficaz, eficiente, participativa e transparente, para a coesão nacional, para o reforço da capacidade do Estado, a melhoria das condições de vida da população e a redução da pobreza no âmbito dos Objectivos do Milénio.

Correios de Angola modernizam-se

correios angola

Vasto leque de oportunidades

Constituem elementos fundamentais do modelo, a identificação pragmática do potencial do mercado, a identificação objetiva de gaps de serviço e um enfoque operacional (atuando com determinação e reestruturando com coragem) nas áreas de maior potencial de negócio, alicerçados num plano sucinto de ação, de formação e de investimento. Depois, a qualidade da gestão e liderança diária será determinante.

A empresa Correios de Angola está inserida num mercado emergente extremamente dinâmico e promissor, caracterizado por elevadas taxas de crescimento económico, aumento substancial de novas atividades económicas, que resultam em novas necessidades de produção de serviços e, naturalmente, produzem um vasto leque de novas oportunidades.

1. Turnaround em curso

No entanto, para tirar partido deste potencial, os Correios de Angola precisam de ultrapassar vários desafios complexos, entre os quais se destacam os seguintes: infraestruturas físicas destruídas pela guerra, com um elevado custo de reabilitação; período prolongado de ausência de modernização operacional e organizacional e de inovação tecnológica, que resultou na cristalização em processos operacionais pouco produtivos; desabituação de utilização dos correios pelo mercado, devido à situação de guerra, agora complementado pela crescente utilização de novas tecnologias, nomeadamente telefone móvel e Internet; pouca orientação da empresa para o mercado, e consequente irregularidade do nível de serviço prestado, devido ao longo período de constrangimento económico; défice económico-financeiro crónico da empresa, devido aos itens anteriores e aos compromissos de serviço universal às populações.
No entanto, em resultado do processo de modernização em curso, os Correios de Angola estão a conseguir ultrapassar com êxito estes desafios, oferecendo já neste momento ao mercado um conjunto de novos serviços de qualidade, com maior rapidez, fiabilidade, segurança e crescente cobertura geográfica. O leque de novos serviços e a qualidade da oferta de serviços irá aumentar significativamente nos próximos dois anos. A oferta de novos serviços para o mercado empresarial, a inauguração de novas estações, já com oferta de Internet, o novo site, e a informatização em curso de várias estações dos correios, projeto contratado aos CTT de Portugal, são resultados já visíveis.

2.  Modelo na base da modernização

O modelo que suporta esta nova dinâmica está baseado na combinação das seguintes ações:

  • Empenho inicial da tutela política e da Direcção Nacional dos Correios;
  • Definição de um plano diretor para o setor dos correios com uma visão clara do futuro, elaborado pela KPMG;
  • Orientação da empresa Correios de Angola para os serviços que o mercado, a sua base de clientes, mais necessita.

A LBC está a apoiar os Correios de Angola nesta última vertente, denominada como “Programa Destaca”, tanto em termos conceptuais, como em termos de apoio à implementação, ao mesmo tempo que apoia também na sua atualização estratégica.

A abordagem metodológica definida para os Correios de Angola baseou-se nos conceitos fundamentais do marketing estratégico:

  1. identificar o valor potencial do mercado e do potencial de negócio;
  2. segmentar o mercado;
  3. identificar as expectativas dos clientes;
  4. identificar o gap da prestação de serviço dos Correios de Angola; e
  5. definir uma proposta de serviço pragmática e competitiva relativamente à concorrência, que permita a satisfação das necessidades dos clientes e a criação de valor para os Correios de Angola.

Este último ponto exigiu a definição de um novo modelo de atuação da empresa.

Constituiu um objetivo dominante do trabalho, o aumento do volume de tráfego em conjugação com outras medidas, por forma a permitir uma sustentabilidade económico-financeira duradoura na empresa dos Correios de Angola, reduzindo a necessidade de injeção de fundos públicos na empresa para a componente operacional, construindo assim capacidade para melhor contribuir para objetivos socioeconómicos do País e para a prestação de serviços às populações carenciadas.

O “Programa Destaca” combina uma intervenção de foco simultaneamente estratégico e operacional para revitalizar o negócio de uma forma rápida e objetiva, incluindo os seguintes elementos:

I)    Estratégicos:

  • Identificação das áreas com maior potencial de negócio;
  • Identificação das causas (internas e externas) dos gaps de serviço;
  • Identificação das alavancas de desenvolvimento do negócio;
  • Valorização das opções a tomar em termos de impacto e custo;
  • Quantificação do valor total gerado pelas ações a desenvolver, i.e., “Programa Destaca”;
  • Identificação de parceiros para o melhor desenvolvimento dos novos serviços.

II)   Operacionais:

  • Definição das ações de operacionalização do “Programa Destaca”;
  • Definição dos responsáveis pela execução das ações;
  • Definição do calendário de intervenção;
  • Definição do modelo de monitorização.

O alcance dos objetivos ambiciosos por parte dos Correios de Angola será um processo gradual, mas que dependerá, fundamentalmente, da sua própria capacidade de abordar os clientes com ofertas de valor e de se reposicionar em termos de imagem, reforçando a confiança na empresa junto do mercado.

3. Objetivos estratégicos e operacionais definidos pelos Correios de Angola

O Programa Destaca envolveu uma atualização prévia e um enquadramento na estratégia de atuação da empresa Correios de Angola no período 2007-2012, que será orientada por 4 eixos estratégicos, visando assegurar uma presença mais forte e dinâmica no mercado e uma nova imagem corporativa.

Os investimentos estratégicos propostos para o período 2006-2008, necessários para reforçar a atividade dos Correios de Angola, incidem sobre 3 áreas:

  1. Capacitação dos Recursos Humanos;
  2. Novos Serviços e Melhores Operações;
  3. Recuperação da Rede Postal.

Forte envolvimento

Inserido neste contexto, o Programa Destaca foi estruturado em cinco eixos de atuação e num conjunto de 15 ações prioritárias, que conjugados entre si de uma forma coerente permitirão obter resultados significativos a curto prazo.

Para Vítor Calhau, Country Manager da LBC em Angola, a complexidade de operacionalização de todo este conjunto de ações do Programa Destaca requer um forte envolvimento da estrutura e das pessoas chave, o reforço de competências de gestão e de liderança, assim como um grande sentido prático de implementação.

Política de privacidade

A presente Política de Privacidade descreve como tratamos os seus dados pessoais e como pode exercer os seus direitos enquanto titular de dados pessoais tratados pela LBC.

No âmbito das suas atividades, a LBC é a entidade responsável pela recolha e tratamento de dados pessoais, os quais são processados e armazenados de forma automatizada e não automatizada.

1. Compromisso LBC

A Leadership Business Consulting, Consultoria e Serviços, S. A. “, Matricula e NIPC Único 505 355 108, matriculada na Conservatória do Registo Comercial do Porto, anteriormente matriculada sob o n.º 11.505, na 2.ª Secção, da Conservatória do Registo Comercial de Lisboa, com o capital social de € 240.000,00 (duzentos e quarenta mil euros), sede na Rua Gonçalo Cristóvão, n.º 185, Rés do Chão, 4049-012 Porto e estabelecimento na Rua General Firmino Miguel, Torre 2–3º–3B, 1600-100 Lisboa (doravante LBC), no contexto do seu objeto de negócio, procede ao tratamento de dados pessoais, pretendendo assegurar com rigor, eficácia e segurança a proteção de todos os dados que diariamente recolhe e trata.

Este tratamento de dados é único e está integrado com as suas subsidiárias e os seus programas:

  • Portal da Liderança (www.portaldalideranca.pt)
  • Best Leader Awards (www.bestleaderawards.com)
  • Global Strategic Innovation (www.globalstrategicinnovation.com)

A LBC assume o compromisso de:

  • Proceder ao tratamento dos seus dados pessoais de forma lícita e leal, recolhendo apenas a informação necessária e pertinente à finalidade a que se destina;

  • Permitir-lhe a si, enquanto titular de dados, o acesso e correção das informações que lhe dizem respeito, transmitindo-as em linguagem clara e rigorosamente correspondentes ao conteúdo do registo;

  • Não utilizar os dados recolhidos para finalidade incompatível com a da recolha;

  • Manter os dados exatos e, se necessário, atuais;

  • Assegurar o consentimento do titular dos dados nos termos da legislação em vigor;

  • Garantir o direito de eliminação dos dados nos termos da legislação em vigor;

  • Respeitar o sigilo profissional em relação aos dados tratados;

  • Limitar interconexões de dados pessoais ao mínimo indispensável;

  • Ter implementadas as medidas de proteção e segurança adequadas, que impeçam a consulta, modificação, destruição ou adição dos dados por pessoa não autorizada a fazê-lo

2. O tratamento de dados e o encarregado de proteção de dados

Nos termos do Regulamento Geral de Proteção de Dados (Lei n.º 58/2019 de 8 de agosto), a LBC não tem um Encarregado de Proteção de Dados (ou Data Protection Officer) nomeado. Não obstante, com o objetivo de facilitar o contacto dos titulares de dados pessoais com a LBC ou qualquer das suas subsidiárias, criámos um email para onde poderão ser enviadas todas as mensagens relacionadas com assuntos que se enquadrem no âmbito da nossa política de privacidade e do Regulamento Geral de Proteção de Dados em específico: privacy@lbc-global.com. A LBC dará resposta adequada a todas as questões que nos cheguem no âmbito desta matéria.

Asseguramos, entre outros aspetos, os tratamentos de dados em conformidade com a legislação em vigor, procedendo à verificação do cumprimento desta Política de Privacidade. 

3. Dados Pessoais, titulares de dados pessoais e categorias de dados pessoais

O que são dados pessoais?

Dados pessoais são todas as informações de qualquer natureza, recolhidas em qualquer tipo de suporte, relativas a uma pessoa singular, identificada ou identificável. Considera-se identificável o conjunto de informações que podem levar à identificação de uma determinada pessoa, nomeadamente por referência a um identificador (como por exemplo um número de identificação ou um dado de localização).

De quem recolhemos dados pessoais?

Em face do objeto de negócio da LBC, na sua maioria, são tratados dados de pessoas individuais e coletivas (empresas e associações). Não obstante, para execução das suas atribuições, podem ser recolhidos e tratados dados dos seguintes tipos de pessoas singulares (elenco não exaustivo):

  • Clientes/investidores e respetivos colaboradores
  • Prestadores de serviço e respetivos colaboradores;
  • Colaboradores de qualquer das empresas do universo LBC
  • Candidatos e estagiários;
  • Processos de recrutamento;
  • Potenciais clientes;
  • Candidatos e clientes de programas promovidos pela LBC, como o Global Strategic Innovation e o Best Leader Awards;
  • Participantes em eventos promovidos pela LBC;
  • Subscritores das newsletters desenvolvidas pela LBC, ou por qualquer das suas subsidiárias e programas de desenvolvimento;
  • Visitantes das instalações LBC.

 

Que dados pessoais tratamos e como os recolhemos?

A LBC apenas recolhe dados que se mostrem adequados, pertinentes e limitados ao que é necessário relativamente às finalidades para os quais são tratados.

A recolha dos seus dados pode ser feita oralmente, por escrito (nomeadamente através de formulários e contratos), bem como através do website LBC. Regra geral, recolhemos diretamente os seus dados, no âmbito de projeto junto de clientes ou de interações comerciais, podendo igualmente ser recolhidos dados pessoais através de fontes públicas (como sites de internet e listas públicas oficiais).

Para execução das diferentes finalidades, poderemos recolher os seguintes tipos de dados pessoais:

  • dados de identificação (como o nome, naturalidade, cartão do cidadão ou data de nascimento)
  • dados de contacto (como o telemóvel, morada ou e-mail);
  • dados de habilitação e situação profissional (como nível de escolaridade e CV)
  • dados relativos a funções ou cargos ocupados
  • dados bancários ou financeiros em caso de transações económicas (como IBAN ou número de identificação fiscal)
  • dados de localização (como endereço de IP)
  • imagens de gravação de eventos ou de videoconferências

Em regra, a LBC não recolhe dados especiais, como dados de saúde ou dados referentes a contraordenações ou ilícitos criminais.

 

4. Fundamentos e Finalidades do Tratamento de Dados Pessoais

Porquê e com que fundamento utilizamos os seus dados pessoais?

Todos os dados recolhidos e tratados pela LBC têm por fundamento uma das seguintes condições de legitimidade

O consentimento: Quando a recolha é precedida do seu consentimento expresso, específico e informado, através de suporte escrito ou via web. Recolhemos o seu consentimento, por exemplo, para finalidades relacionadas com a inscrição nas atividades e iniciativas da LBC e suas subsidiárias, , para a subscrição de newsletters ou para a inscrição em ações promovidas pela LBC.

Para execução de relações profissionais e comerciais, como atividade de projeto e de programas de formação e outros.

A execução de contrato ou diligências pré-contratuais: quando o tratamento é necessário para a execução de um contrato no qual é parte ou para diligências pré-contratuais. 
Esta condição estará preenchida quando tratamos os seus dados para efeitos de gestão de programas e protocolos de financiamento e de cooperação ou de contratos de fornecimento e prestação de serviços.

O cumprimento de obrigações legais: quando o tratamento é necessário para o cumprimento de uma obrigação jurídica. Aqui se inclui, por exemplo, a comunicação de dados junto de organismos públicos (nacionais e comunitários), fiscais ou judiciais.

O interesse público: quando o tratamento é necessário para o exercício de funções de interesse público.

O interesse legítimo: quando o tratamento se mostra necessário para a prossecução de interesses legítimos da entidade responsável pelo tratamento ou de terceiros, sem prejudicar os direitos e as liberdades dos seus clientes e/ou utilizadores. Aqui se incluem todos os tratamentos que resultam de atribuições conferidas por lei, nomeadamente a divulgação comercial junto dos representantes das empresas clientes ou parceiras da LBC ou de qualquer das suas subsidiárias ou ainda o tratamento de dados para melhoria de qualidade de serviço e quando os nossos motivos para a sua utilização devem prevalecer sobre os direitos de proteção de dados.

Quais as finalidades para as quais recolhemos os seus dados?

Os dados pessoais recolhidos pela LBC apenas são processados para fins específicos, explícitos e legítimos. Sempre que sejam recolhidos dados pessoais, os mesmos destinam-se exclusivamente às finalidades expressamente identificadas aquando da recolha. Elencamos aqui as principais finalidades que justificam a recolha de dados pessoais pela LBC

  • Contratualização e gestão de projetos com clientes;
  • Recrutamento;
  • Gestão de eventos, programas e ofertas promovidos pela LBC;
  • Contratualização de contratos de fornecimento e de prestação de serviços;
  • Divulgação de newsletters / publicações;
  • Ofertas e experiências melhoradas;
  • Segurança Física das Instalações e Pessoas.

5. Período de conservação de dados pessoais

A LBC trata e conserva os seus dados apenas durante o período que se mostre necessário à prossecução ou conclusão das finalidades do tratamento a que se destinam, em respeito pelos prazos máximos necessários para cumprir com obrigações contratuais, legais ou regulamentares.

Regra geral, e quando exista um contrato que legitime o tratamento dos seus dados, a LBC irá manter tais dados enquanto se mantiver tal relação contratual. Outras circunstâncias existem, como o cumprimento de obrigações legais ou regulamentares (por exemplo, para efeitos de cumprimento de obrigações fiscais, os dados pessoais relativos a faturação devem ser conservados pelo prazo máximo de dez anos a contar da prática do ato), bem como a pendência de um processo judicial, que podem legitimar que os seus dados sejam conservados por período de tempo superior. Findo o período de conservação, a LBC procederá à eliminação dos referidos dados.

Regularmente, a cada 5 anos, a LBC contactará os titulares dos dados pessoais para renovar o seu consentimento ou, se for essa a sua preferência, excluí-los das nossas bases de dados. Contudo, caso pretenda alterar as suas preferências, poderá fazê-lo em qualquer momento, enviando um email para privacy@lbc-global.com.

6. Direitos dos titulares dos dados

Nos termos da legislação em vigor, a partir do momento em que recolhemos e tratamos os seus dados, existe um conjunto de direitos que, a qualquer momento, poderá exercer junto da LBC.

Quais os seus direitos?

Direito de acesso: direito que lhe permite obter informação relativamente ao tratamento dos seus dados e respetivas características (nomeadamente o tipo de dados, a finalidade do tratamento, a quem podem ser comunicados os seus dados, prazos de conservação e quais os dados que tem de fornecer obrigatória ou facultativamente).

Direito de retificação: direito que lhe permite solicitar a retificação dos seus dados, exigindo que estes sejam exatos e atuais, como por exemplo, quando considere que os mesmos estão incompletos ou desatualizados.

Direito à eliminação dos dados ou “Direito a ser esquecido”: direito que lhe permite solicitar a eliminação dos seus dados, quando considere que não existem fundamentos válidos para a conservação dos dados e desde que não exista outro fundamento válido que legitime tal tratamento (como a execução de um contrato ou o cumprimento de uma obrigação legal ou regulamentar).

Direito à limitação: direito que lhe permite a suspensão do tratamento ou a limitação do tratamento a certas categorias de dados ou finalidades.

Direito à portabilidade: direito através do qual poderá solicitar o envio dos seus dados, em formato digital e de uso corrente, que permita a reutilização de tais dados. Em alternativa, poderá solicitar a transmissão dos seus dados para outra entidade que passe a ser responsável pelo tratamento dos seus dados.

Direito de oposição: direito que lhe permite opor-se a determinadas finalidades e desde que não se verifiquem interesses legítimos que prevaleçam sobre os seus interesses. Um dos exemplos deste direito respeita à oposição a finalidades de comercialização direta (marketing).

Direito de Retirar o Consentimento: direito que lhe permite retirar o seu consentimento, mas que apenas pode ser exercido quando o seu consentimento seja a única condição de legitimidade.

Como pode exercer os seus direitos?

Todos os direitos supra descritos poderão ser exercidos, com as limitações previstas na legislação aplicável, mediante pedido por escrito, a ser remetido através do e-mail privacy@lbc-global.com.

7. Transmissão de dados

Com quem partilhamos os seus dados pessoais?

Atendendo às atribuições da LBC, e dependendo da respetiva finalidade, os seus dados poderão ser partilhados junto de entidades terceiras, nas quais se incluem organismos públicos nacionais e internacionais e entidades privadas para efeitos de cumprimento de obrigações legais ou regulamentares, contratuais ou funções de interesse público. 
Poderão ainda os seus dados ser acedidos por prestadores de serviços da LBC, tidos como necessários para a execução das finalidades supra descritas, nomeadamente no que respeita a serviços de segurança de informação e de arquivo. A LBC garante que recorre apenas a prestadores de serviços que apresentem as garantias de execução de medidas técnicas e organizativas necessárias e adequadas a proteger os seus dados pessoais.

A LBC não comercializa dados de pessoas singulares ou coletivas.

Transferências de dados pessoais para fora do EEE

Uma vez que opera em diferentes geografias, a LBC poderá, excecionalmente, transferir os seus dados pessoais para países terceiros (fora da EEE – Espaço Económico Europeu).

Nesses casos, a LBC assegurará que as transferências de dados se realizam no estrito cumprimento das normas legais aplicáveis.

8. Política de Cookies

O que são cookies:

Cookies são pequenos ficheiros de texto com informação relevante que é descarregada pelo seu dispositivo de acesso (computador, telemóvel/smartphone ou tablet), através do navegador de internet (browser), quando um site é visitado pelo utilizador, sendo utilizados para armazenar informações sobre as visitas dos utilizadores.

Os cookies, dependendo de quanto tempo o utilizador permanece na página, podem ser classificados como sessão ou cookies permanentes. O primeiro tipo de cookies expira quando o utilizador fecha o browser. O segundo tipo de cookies expira quando o seu objetivo foi concluído ou quando são desligados manualmente.

Os cookies usados pelos sites da LBC não recolhem informações pessoais que permitam identificar o utilizador.

Os cookies utilizados nos nossos sites são:

  • Analíticos – recolhem informação sobre a experiência de navegação dos utilizadores na página web, de forma anónima, embora por vezes também permitam que um utilizador seja identificado, única e inequivocamente para obter informações sobre os interesses do utilizador nos serviços prestados pela página web.
  • De publicidade – ativos de forma persistente mas por período limitado, com o fim de recolher informação do utilizador sobre hábitos de navegação na internet de modo a que a publicidade visualizada por aquele corresponda às suas necessidades e interesses.
  • De terceiros – permitem ao site recordar preferências de navegação, idioma, região e recolhem informação dos utilizadores para direcionar a publicidade para os seus interesses.

Os sites:

utilizam cookies para recolher informação estatística, de modo a analisar o funcionamento do site e a experiência de navegação dos utilizadores, e avaliar a eficácia de campanhas publicitárias e promocionais.

Desativar a utilização dos cookies

Todos os browsers permitem que o utilizador aceite, recuse ou apague os cookies através da seleção das configurações apropriadas no seu browser. Assim, os utilizadores podem desativar a qualquer momento a utilização dos cookies nos sites do universo LBC ao modificar as configurações do browser.

No entanto, é importante destacar que a desativação dos cookies pode impedir que alguns serviços da web funcionem corretamente, afetando, total ou parcialmente, a navegação.

9. Legislação

O tratamento de dados de carácter pessoal dos utilizadores e clientes realizados pela LBC, bem como o envio de comunicações comerciais realizadas por meios eletrónicos estão em conformidade com a legislação nacional e comunitária em vigor, nomeadamente pelo Regulamento Geral de Proteção de Dados.


A LBC reserva-se o direito de rever e alterar esta política periodicamente. A data da última modificação é indicada no final deste documento. Quaisquer alterações a esta política e à forma como utilizamos os dados pessoais do titular dos dados, implicará a publicação no nosso site de uma versão atualizada.


Última atualização: 08/11/2022